Versão 1.0, 2026-10-05.
Utilização de IA no HumanAI
O que a IA faz aqui
O HumanAI põe agentes de IA (Claude da Anthropic, Codex da OpenAI, Kimi da Moonshot AI) a trabalhar ao lado das pessoas: lêem código e documentação, propõem alterações, preparam análises, tickets e documentos, e executam tarefas nos sistemas a que o utilizador tem acesso. No cockpit vês sempre com que agente e com que modelo estás a falar.
O que é enviado ao fornecedor
O pedido que escreves, os ficheiros e o código que a sessão abre, e os resultados das ferramentas que o agente usa. Nada mais do que o necessário para a tarefa. O fornecedor e as garantias de cada um estão na página de subcontratantes. Cada cliente escolhe os fornecedores que os seus projectos podem usar, e a plataforma bloqueia os outros. O Kimi (Moonshot AI, China) está bloqueado em projectos com dados pessoais de clientes da União Europeia.
O que não fazemos
O HumanAI não treina modelos próprios com o conteúdo dos clientes. Não usamos a IA para tomar decisões automatizadas sobre pessoas.
Uma pessoa revê e decide
Os agentes erram. Por isso:
- o utilizador pode pôr o agente a planear antes de agir e aprovar ou recusar cada acção com efeitos;
- mudanças em produção exigem a aprovação de uma pessoa com autoridade para isso;
- quem entrega um trabalho feito com ajuda de IA revê-o e responde por ele.
Limitações conhecidas
Um agente pode inventar factos, interpretar mal um pedido ou usar informação desactualizada. Confirma números, nomes e afirmações antes de os usares fora da plataforma.
Trabalho produzido com IA
Os documentos e o código produzidos na plataforma são revistos por uma pessoa, que assume a responsabilidade editorial antes de os entregar. Quem publicar um texto gerado por IA para informar o público sobre assuntos de interesse público, sem essa revisão humana e responsabilidade editorial, tem de indicar que foi gerado por IA, como exige o Regulamento Europeu da IA (art. 50.º). Os nossos próprios conteúdos seguem a mesma regra.
Contacto: rpad@rpad.pt